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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

TRANQUILO

O FC Porto recebeu e venceu a Naval 1.º de Maio por 3-0. Cumpriu calendário e recuperou 2 pontos ao Benfica, para já. Num jogo de sentido único, a equipa de Jesualdo dá indicações que quer vestir roupagem diferente, com mais criatividade e iniciativa, sem dependências excessivas das transições. Provavelmente por influência de Ruben Micael e Belluschi. Evidentemente, que o adversário também ajuda.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

AUTOCARROS E ESTRATÉGIAS FALHADAS

O Vitória de Setúbal impôs um empate a 1 golo ao SL Benfica. Em jornada corrente a equipa de Jorge Jesus escorregou no Bonfim e desperdiçou 2 pontos que não estavam contabilizados na despesa. É contar com o ovo no cu da galinha. A fotografia já estava desfocada com a antecipação do jogo com a União de Leiria, menosprezando as capacidades do Vitória de Setúbal de Manuel Fernandes que acabou por dar a resposta adequada.

Quando se definem estratégias, é obrigatório considerar os riscos inerentes. O Benfica descurou prioridades e contou as favas antes do tempo. A Euroliga não é uma prioridade, o campeonato é objectivo único e a estratégia falhou.

Num jogo de autogolos, de empenhos absolutos, Jorge Jesus meteu a carne toda no assador e ficou sem equipa para ganhar o jogo. Manuel Fernandes meteu um autocarro de dois andares e até podia ter ganho o jogo. Registo para uma penalidade falhada de Cardozo que faria justiça no resultado.

REPENSAR O SPORTING

O Sporting CP “conseguiu” perder em Alvalade com a Académica por 1-2 e conceder a primeira vitória fora do adversário. Quando se pensava que o Sporting tinha batido no fundo, o trampolim não permitiu o impulso desejado e a recuperação esvaziou-se. Agora, a única botija de oxigénio chama-se Benfica e a Taça da Liga, porque a Euroliga é um castelo inatingível.

O Diagnóstico do Sporting CP para esta época estava escrito desde a irreconhecível pré-época de Paulo Bento. Depois disso, seria preciso construir um novo edifício ao invés de promover obras de restauro. Nem que para isso custasse uma época de assobios e lenços brancos. Mas, o Sporting CP não tem Presidente para isso. Bettencourt preferiu a politica populista de investimento no restauro, de custos irrecuperáveis, de futuro incerto e com os mesmos assobios e lenços brancos.

Independentemente de tudo o resto, o clube de Alvalade precisa de reconstrução vertical e radical, mesmo com uma época desperdiçada.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CUMPRIR CALENDÁRIO E NÃO SÓ

O SL Benfica recebeu e venceu a União de Leiria por 3-0, em jogo antecipado da 20.ª Jornada. Tratou-se de uma estratégia para aliviar pressões e de provocar pressões. Este campeonato joga-se nos detalhes, nomeadamente nos da área psicológica. Mesmo considerando os riscos de menosprezar adversários e das consequências da jornada seguinte. Claro que a Euroliga teve influência...

Num jogo menor, o Benfica cumpriu calendário e a União de Leiria…também.

sábado, 30 de janeiro de 2010

EFICÁCIA E ESTRELINHA

Tenho de dar os parabéns às três equipas. O Sporting teve muita posse de bola e nós fomos muito sólidos. Quisemos dar a iniciativa de jogo ao Sporting, pois sabemos que os seus laterais são desequilibradores. Foi pena não termos estado tão bem nas nossas transições. Mas foi um jogo sólido de parte a parte.”
Domingos Paciência in Mais Futebol

O Sporting de Braga venceu o Sporting CP por 1-0, cimentou a liderança e colocou a equipa leonina muito distante da candidatura. Pode dizer-se que dois remates, com desvios, fizeram a diferença: o de Paulo César entrou, o de Miguel Veloso não entrou. O resto foi jogo jogado, estratégia, envolvimento e atitude. Uns defenderam melhor que os outros atacaram e venceu a eficácia. Como nota, o facto do Sporting CP ter domínio territorial na maior parte do tempo, mas esquecer-se que quem não remata não consegue marcar golos.

Domingos Paciência continua a revelar capacidades, não só pelas vitórias e pelo momento do Braga, mas pelos planos estratégicos. Ao contrário dos jogos com o FC Porto e SL Benfica em que optou por um esquema de marcação alta para evitar conflitos na retaguarda, neste jogo optou por armadilhar o jogo do Sporting, concedendo iniciativa, desafiando o adversário a subir no terreno, para depois matar o jogo nas transições e na exploração dos flancos subidos. Apostou e ganhou, mais na eficácia defensiva do que no aproveitamento das transições.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

JOGA-SE MAIS NO FUTEBOL NÃO JOGADO

Nestas coisas do futebol vale tudo e em muitos aspectos não vale nada. Por esta altura discute-se tudo, menos futebol. No prato, imensos ingredientes: Arbitragem, golos com a mão (que ninguém viu), expulsões (que todos viram), penalidades discutíveis, lances discutidos, contratações cirúrgicas, discursos empolgados, jogos de bastidores, túneis de divergências, discussão estéril entre colunistas, paineleiros… Sempre à volta do mesmo sem chegar a lugar nenhum.

Mas, não é isto que alimenta a paixão do futebol? Pois… então continuem!

Não é preciso destacar a jogada do golo do Miguel Veloso, ou a defesa de Rui Patrício, ou as oportunidades desperdiçadas pela Académica, ou a jogada do Di Maria no golo de Maxi Pereira, ou o golo de Castro, entre tantas outras galerias de jogo que passam despercebidas por que é preciso alimentar a paixão pelo clube na forma mais negativa da discussão.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

GOLEADA DEPOIS DO JOGO ACABAR

Numa deslocação que se previa complicada, o SL Benfica venceu o Marítimo por 5-0. Um resultado enganador só possível pela auto-flagelação da equipa madeirense. A verdade é que a equipa de JJ deu a volta ao jogo sem saber bem como. Durante 25 minutos o Marítimo colocou o Benfica em apuros, sem capacidade de reacção e prisioneiro do atrevimento da equipa de Van der Gaag.

À passagem da meia-hora, o Benfica marcou e o jogo mudou. Para a mudança também contribuíram as expulsões de 2 jogadores do Marítimo que acabaram com qualquer possibilidade de discutir o jogo. Com influência decisiva na história do jogo, resta saber os motivos para a expulsão de Olberdam.

É caso para dizer que no melhor momento do Marítimo, o Benfica soube resistir; no melhor momento do Benfica, o Marítimo acabou por desistir.

domingo, 17 de janeiro de 2010

A RETOMA DE CARVALHAL

O Sporting CP de Carvalhal em fase de retoma, venceu o Nacional por 3-2. Somou a 3.ª vitória consecutiva na Liga (mau grado serem sempre pela vantagem mínima), cimentou a 4.ª posição e está em fase de recuperação na classificação, encurtando distâncias. No primeiro jogo da segunda volta, a equipa leonina demonstrou melhorias em muitos aspectos, Carvalhal fez revisão de processos, instalou um novo modelo e uma abordagem diferente ao jogo, apesar de não conseguir disfarçar deficiências preocupantes ao nível da confiança e de jogadores.

A estratégia de Carvalhal necessita de Adrien, mas de outro Adrien. Possivelmente um misto de Adrien/Veloso. É evidente que Veloso não está para fazer o trabalho de Adrien e este não consegue fazer o trabalho de Veloso.

A equipa chegou a empolgar-se com a eficácia de Liedson, mas depois assustou-se e colocou em risco o resultado. As etapas estão a ser ultrapassadas e cumpridas, mas é necessário tempo e o Sporting está a conceder tempo indispensável a Carlos Carvalhal, que parece ter ganho a confiança dos jogadores. João Pereira, teve uma entrada de sucesso na equipa que coincidiu com as vitórias, mas com Miguel Veloso as soluções são diferentes. Mais importante, desde que Carvalhal decidiu apostar em dois avançados, o Sporting parece ter encontrado um novo reforço de inverno: Liedson.

Quanto ao Nacional, só resta uma observação: “A falta que Manuel Machado faz.”

INEFICÁCIAS PREOCUPANTES

O Paços de Ferreira teve o desplante de repetir o resultado da primeira volta (empate a um golo), só que desta vez no Dragão. O FC Porto atravessa uma fase complicada em processo determinante: ao invés de construir soluções, prefere arranjar complicações. Como se processos complicados pudessem substituir procedimentos simples.

Este FC Porto discute pormenores, mas não evidencia capacidades. Apresenta potencialidades mas não concretiza soluções. Este FC Porto está um pouco distante da sua identidade e nas duas últimas jornadas somou 4 pontos úteis, com risco de serem mais reduzidos.

O problema não está no volume de jogo, mas na eficiência e na eficácia. Jesualdo precisa de um jogo fora para desanuviar e de outras decisões para saber com quem conta.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

TERMINOU A PRIMEIRA VOLTA

Regressou a Liga para a última jornada da primeira volta. O Sp. Braga assegurou o título de inverno, mesmo que fictício, não deixa de ser importante por espelhar o trabalho desenvolvido e por ser ingrediente motivacional. O SL Benfica manteve classificação na deslocação ao Rio Ave, o Sporting CP persegue a recuperação e o FC Porto não se livrou de um susto.

Em Braga, tornado fácil um desafio complicado. O Nacional não deixa de ser uma equipa incómoda e o Sporting de Braga teve de investir para reduzir as possibilidades de fracasso. Uma vitória clara (2-0) de uma equipa que não tem medo do jogo e das suas complicações. Principalmente, uma equipa com convicções e que funciona como um bloco de vontade e organização.

Em Alvalade, o Sporting CP tanto bateu na muralha do Leixões que conseguiu abrir um “Tonel” de acesso a uma vitória (1-0) que teimava em esconder-se. Carvalhal continua com experiências para encontrar uma equipa e começa a definir um modelo de jogo ao qual os jogadores terão de se adaptar, sob pena de perderem o comboio e a equipa perder o rumo. O Sporting continua a fazer a pré-época em competição e a vantagem é que tem somado vitórias.

Em Vila do Conde, o SL Benfica encarou o jogo com pragmatismo e venceu por 1-0. O Rio Ave despertou cautelas e Jorge Jesus adaptou-se a elas. Os jogos distantes da Luz não são o ponto forte do Benfica e JJ evidenciou o facto, transmitindo a importância do encontro. O colete de forças sobre o adversário resultou em pleno e o resto ficou a cargo da superior qualidade técnica individual.

No Dragão, o FC Porto recebeu e venceu a União de Leiria, mas não se livrou do susto. Uma penalidade falhada já nos descontos, elevou Helton a homem do jogo e decidiu a vitória do FC Porto por 3-2. Obviamente, a equipa de Jesualdo teve oportunidades suficientes para evitar a vantagem mínima, mas não disfarçou que se encontra distante dos melhores momentos.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

AS CONSEQUÊNCIAS DO TÚNEL

Todos sabemos que os Regulamentos da Liga são aprovados pelos clubes, coisa diferente é o cumprimento ou aceitação pelos clubes dos regulamentos aprovados pelos próprios. Este caso do “túnel” pode tornar-se pesado e complicado em conformidade com os rigores da decisão. Previsão de muito ruído e estratagemas como estratégia.
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Depois de um túnel escuro, vem a luz?

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

UMA QUESTÃO DE EUCALIPTOS

Já se sabia. Um Benfica forte mexe com tudo. Principalmente com o polvo que tem dominado as últimas décadas, por ter desbravado todos os caminhos onde os outros estavam a dormir, ou por negligência, ou por pudor, ou por ineficiência, ou por incapacidade, ou por uma série de razões de incompetência.

Para o resto da época, vamos ter oportunidade de ver ao vivo a capacidade do polvo, em áreas onde melhor navega: a distorção, a deformação, a guerrilha, o terrorismo, a influência, o condicionamento, a chantagem e a cobrança.

O Benfica traduz o renascimento de um monstro que não pode ter pernas para andar sob pena de se tornar num eucalipto diferente do eucalipto vigente.

domingo, 20 de dezembro de 2009

A VONTADE DE VENCER

No clássico mais esperado, o SL Benfica recebeu e venceu o FC Porto por 1-0. Um Benfica de recurso superou de forma evidente o “retomado” FC Porto que não contava com a atitude encarnada.

De facto, o Benfica atacou o jogo para disfarçar ausências, enquanto o FC Porto se afogou na sua confiança. O Benfica jogou para ganhar, o FC Porto pensou que ia ganhar. Em relação a casos do jogo, apenas vi um caso de forma indiscutível: a mão de Rodriguez para grande penalidade, não assinalada.

O CLÁSSICO

Este Jogo nada decide, qualquer resultado pode acontecer. A grande vantagem do Benfica é poder ficar quatro pontos acima, mas sabendo que o FC Porto para passar para cima só o consegue com uma vitória”.
Jorge Jesus

Já lá queríamos estar. Nesta altura não queremos falar, mas jogar. Estamos preparados para jogar”(…) “este desafio vale o mesmo dos outros, três pontos” (…) “o adversário é forte, muito forte” (…) “ o empate não é um bom resultado para o FC Porto”.
Jesualdo Ferreira


Sinceramente, não sei onde vai descobrir Jorge Jesus, uma equipa, no seu pior momento, com capacidade para enfrentar o FC Porto, no seu melhor momento. Mas, nos clássicos tudo é possível.

Por outro lado, Jesualdo Ferreira joga nos tabuleiros da confiança e da intimidação. Entre balizas, vamos ver se não se excedeu… na confiança.

TRANSPIRAÇÃO E VITÓRIA

O Sporting CP, na deslocação á Figueira da Foz, venceu a Naval 1.º de Maio por 1-0. Naval que tinha feito transpirar o Benfica e o Braga. Um resultado importante por uma série de razões. Sporting que sofreu quando foi preciso, lutou mais do que era preciso e jogou quando soube e conseguiu.

É evidente que este Sporting procura nova identidade para encontrar outros percursos. Naturalmente, o processo só pode ser lento, com adaptações e experiências que exigem o esforço do grupo. Carvalhal vai jogando interesses individuais e colectivos, sabendo que só as vitórias cimentam as ideias que procura introduzir.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O SORRISO DO DRAGÃO NA JORNADA 13

A Jornada 13, disputada a dia 13, com o jogo entre FC Porto e Vitória de Setúbal, trouxe á memória a morte de Pavão, numa coincidência que Jesualdo Ferreira bem lembrou quando todos se esqueceram. Também revelou um sorriso aberto do FC Porto que venceu em todos os campos onde jogam os adversários directos.

Em Alvalade, a agonia de um grande que não se consegue levantar sejam quais forem os “remédios”. Anteriormente, o culpado era Paulo Bento, agora começam a descobrir-se culpas nos jogadores, para fechar o círculo. É evidente que o Sporting CP tem de começar tudo de novo e a questão mais importante é saber se Carvalhal é o treinador certo para o efeito. A União de Leiria testou capacidades e recuperou, depois de uma fase dormente, na clínica de Alvalade ao vencer por 1-0.

Em Olhão, na contagem decrescente para o jogo com o FC Porto, em fase de crescimento, o SL Benfica escorregou em jogo para ganhar (2-2). Mais do que o investimento do Olhanense no jogo, falhou a segurança de um candidato. A equipa de Jorge Jesus cedeu conquistando um ponto em Olhão, não conseguindo disfarçar ansiedades e pressões. Mais do que o empate, perdeu jogadores e ganhou instabilidade anímica. Mais do que ser campeão de inverno, o Benfica vai tentar não ficar em terceiro no encerramento do ano.

Em Braga, Domingos viu da bancada o Braga tomar o mesmo remédio do Benfica, frente á Naval, agravado pelo facto de ter perdido 2 pontos em jogo para ganhar e reforçar alentos. Com mais este empate o Braga começa a esvaziar o balão e a ver a galopada do dragão. Agora resta torcer pelo Benfica?

No Dragão, nada de novo no período recente, mais uma vitória, mesmo sem exibição a condizer. Os objectivos foram cumpridos, as etapas continuam a ser ultrapassadas e o resto vem por acréscimo. Nestas alturas de Dezembro, Jesualdo repete milagres e coloca a sua equipa no tabuleiro de discussão. O Estádio da Luz será um teste de afirmação.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VITÓRIA SOFRIDA E LIEDSON

O Sporting CP somou três pontos na deslocação a Setúbal, ao vencer o Vitória por 2-0. Um triunfo normal que não deixou de evidenciar anormalidades. Depois de empates que dão saúde, vem uma vitória moralizadora que despertam sorrisos. Sorrisos que se soltam depois de mais um jogo sofrível do Sporting e de um golo “sui generis” obtido por Liedson.

Este é um Sporting, perdido no tempo e no espaço, a começar tudo de novo em época avançada, sem saber onde começa e como acaba, mas com sorrisos de renascimento que não se vislumbram. No fundo, o futuro é um buraco negro…

Extraordinário, foi o segundo golo de Liedson. Todos sabemos que com este jogador tudo pode acontecer, de um momento para o outro. O crucificado parece ser Nuno Santos que apenas pecou por falta de avaliação das consequências, porque concentrado estava na avaliação do lance. O resto é de total responsabilidade da equipa de arbitragem. Primeiro, porque não confirmou o fora-de-jogo; Segundo porque não assinalou a bola fora-do-jogo, com marcação de pontapé de baliza; Terceiro porque validou a jogada do golo, não considerando os factos anteriores. Este golo é de autêntica fabricação da falta de coordenação da equipa de arbitragem, mais do que a falta de atenção de Nuno Santos e da extrema atenção de Liedson.

domingo, 6 de dezembro de 2009

REGRESSOS E POUCO MAIS

O SL Benfica recebeu e venceu a Académica por 4-0, regressou ás goleadas e ao topo da classificação. Num jogo, praticamente de 70 minutos e não de 90, condicionado pelas condições climatéricas, a equipa de JJ encontrou uma Académica atrevida e cansativa, embora, apenas tivesse tentado disfarçar limitações e adiar o inevitável.

O golo cedo do Benfica ajudou e a diferença de valores fez o resto. No fundo, o Benfica jogou o bastante para ganhar e para recuperar jogadores, porque em termos de exibição valeu o golo e a prestação de Saviola, o regresso de Cardozo aos golos e pouco mais.

Registo para o facto de David Luíz ter cometido uma grande penalidade não assinalada e outros erros por acumulação de jogos.

SACAR UM PONTO

O Sp. Braga arrancou um empate (1-1) na deslocação ao Mar, com ondulações fortes e condições a condizer. O Leixões, ao ataque fechadinho cá atrás, jogou quase meia parte com 10 que complicaram as intenções de Domingos. De oferta em oferta lá surgiu um empate que não agradou a ninguém, a uns pelo esforço e a outros pelo empreendimento. Objectivamente, o Braga sacou um empate perto do fim e salvou o pior.

sábado, 5 de dezembro de 2009

A RETOMA DO FC PORTO

O FC Porto não fez por menos e foi vencer a Guimarães, o Vitória, por esclarecedores 4-1. Um bom jogo que alimentou expectativas.

Este era o jogo que o FC Porto precisava e para o qual se preparou. Outras razões que não só a bola no pé, motivaram uma presença eficiente e eficaz. A equipa de jesualdo Ferreira não jogou no erro, jogou para provocar erros, dando iniciativa para ter iniciativa de controlo e acabar em grande.

O Vitória de Guimarães esqueceu-se das transições da equipa portista e provou o veneno do seu sucesso. Isto apesar de ter desperdiçado oportunidades para incomodar o seu adversário.

Uma vitória incontestada do FC Porto que exige continuidade.