Mostrar mensagens com a etiqueta I Liga Sagres. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta I Liga Sagres. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

MAIS DO MESMO NA LUZ

O SL Benfica recebeu e venceu o Paços de Ferreira por 3-2. Novamente pela margem mínima, novamente perto de ceder um empate. O Benfica de Quique voltou ao seu “estado” natural, á espera que as coisas aconteçam e nunca a provocar os acontecimentos do jogo. Por outro lado, e apesar do sistema de jogo e das mexidas na equipa que não se entendem, as coisas podiam ser diferentes se os criativos não exagerassem em querer levar a bola para casa. Ou seja, em cada jornada o Benfica tem um confronto consigo próprio.

VITÓRIA ASSUSTADA

O FC Porto cumpriu calendário vencendo o Rio Ave por 3-1. Números exagerados que disfarçam um valente susto. Superior na primeira parte onde poderia ter resolvido o jogo com tranquilidade, o FC Porto apresentou-se irregular na segunda parte, sendo obrigado a acelerar processos para “salvar” o jogo. A equipa de Jesualdo Ferreira está a regressar á fase da dependência das individualidades.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

UM LEÃO CHAMADO VUK

O Furacão Maria Albertina (O tal ciclo/sequência de jogos que engloba Sp. Braga, Belenenses, Benfica, FC Porto, Paços de Ferreira e Sporting) aumenta de intensidade. Bem no olho do furacão, o Sporting depois da derrota com o Sp. Braga, necessitava de corrigir na deslocação a Belém para poder enfrentar o resto do ciclo.

A equipa leonina atacou o jogo da forma que o mesmo exigia, mas encontrou um belenenses preparado para não cometer os erros de um passado recente. Apesar das dificuldades e ineficácia em escapar ao colete de Jaime Pacheco, Paulo Bento ficou reconhecido pela atitude que os seus jogadores emprestaram ao jogo e satisfeito por colocar a “carne toda no assador” com resultados. Quando o Belenenses inaugurou o marcador e todos os cenários negativos pairaram sobre o Sporting, a resposta dos jogadores foi um rugido de leão pelos pés de Vukcevic e pela “alma” de Postiga.

A equipa de Paulo Bento não consegue disfarçar a sua insegurança, mas conseguiu recuperar auto-estima, com uma vitória (2-1) tão difícil como merecida.

DESTA VEZ DEU BRAGUINHA

O Leixões de forma algo surpreendente foi vencer a Braga por 1-0. Jorge Jesus tem um problema. O Sp. Braga joga verdadeiramente bem nos grandes jogos, mas torna-se oscilante e quase vulgar nos jogos regulares. Independentemente das arbitragens.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

FINALMENTE DEU BRAGA

O Sporting de Braga venceu finalmente um dos Grandes, ao derrotar o Sporting CP em Alvalade por 3-2.

A equipa de Jorge Jesus surgiu em Alvalade para demonstrar que nenhum dos chamados grandes lhe é superior, sem a ajuda das equipas de arbitragem. Pelo que ouvi, o Braga foi a melhor equipa e aquela que mereceu a sorte do jogo.

O Sporting que jogava uma cartada importante, deixou fugir uma oportunidade soberana de se colocar em posição privilegiada em relação ao resto do campeonato. Valeu o empate no clássico do Dragão para reduzir os estragos.

EMPATE MARCADO

O clássico FC Porto vs SL Benfica terminou empatado a 1 golo. FC Porto a entrar forte como se esperava e o Benfica a responder como não se esperava.

Benfica personalizado, consistente, capaz e com uma atitude competitiva que surpreendeu o adversário. Este é o Benfica de Quique, talhado para este tipo de jogos, jogando ao ataque fechadinhos cá atrás. Neste jogo, a filosofia de Quique foi bem aplicada pelos jogadores.

O FC Porto preparou em demasia este jogo, mas não preparou convenientemente o desenrolar do jogo. Acusou a responsabilidade e não conseguiu manter ritmos elevados. Acima de tudo, a equipa estava programada para marcar cedo e gerir depois. As coisas não saíram assim e esteve perto de perder o jogo.

Pedro Proença teve influência no resultado, assinalando uma penalidade que não existiu, quando o FC Porto revelava sérias dificuldades em contornar as armadilhas que o Benfica espalhou.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

DEMASIADO FC PORTO

O FC Porto preparou-se bem para o Restelo e venceu com mérito o Belenenses por 3-1. Principalmente na primeira parte, foi demasiado Porto para tão pouco Belenenses.

É um facto que a equipa de Jesualdo Ferreira atacou o jogo antes que este despertasse e estilhaçou qualquer estratégia do Belenenses para o jogo. Depois, a equipa já encontrou a filosofia e já pode contar com as “diferenças” que as individualidades estabelecem. Colectivo consolidado e dinâmica excepcional nas transições, com Hulk e Rodriguez a dinamitarem todas as barreiras.

Um teste complicado ultrapassado com superioridade e um aviso claro.

TROPEÇAR NO PRÓPRIO PÉ

O Trofense estragou mais um jogo a um dos grandes, empatando a zero com o Sporting CP. Verdade seja dita, este resultado foi demasiado penalizador para a equipa de Paulo Bento.

Aquilo foi um pesadelo que acabou em sonho para o Trofense e o contrário para o Sporting. São estes jogos, de perfeito desperdício, que fazem a diferença nas contas finais. Ás vezes atacar muito não é sinónimo de atacar bem, como confirma o lance em que Izmailov desfaz um golo limpo. Mas fazer o quê, depois de fazer quase tudo.

BENFICA GANHOU, UFA!!

O SL Benfica venceu o Rio Ave por 1-0, num jogo que não foi uma serenata á chuva, mas que marcou o regresso do “deixem jogar o Mantorras”.

Depois das extraordinárias palavras de Quique antes do jogo: “Estes 3 pontos podem ser muito importantes no final da época”. É uma verdade inquestionável. Mas, mesmo assim fiquei sem perceber o discurso do treinador. É que há uma diferença entre “temos de ganhar” e “não podemos perder”.

No entanto, fiquei completamente esclarecido com o que disse Escribá depois do jogo:

Sobre Mantorras: “Estava no nosso pensamento que podia ser decisivo. Pois, com Suazo lesionado e sem outra solução…

E sobre a não utilização de Aimar: “Pensámos no início em colocar dois avançados mais possantes e Aimar mais tarde. Mas como marcámos o golo, optámos por Binya…

Portanto…

domingo, 25 de janeiro de 2009

O REGRESSO DOS RUÍDOS

Calhou assim, não vi o jogo Nacional vs Sporting e vi, entre garfadas, o Sp Braga vs FC Porto.

Do jogo da Choupana só posso dizer que Rui Patrício teve influência no resultado, da mesma forma que o Sporting não conseguiu fazer a diferença quando tal se exigia. A avaliar pelas palavras de Manuel Machado, as 3 equipas em campo estiveram bem. Ainda bem.

Em Braga, pelo que vi, o FC Porto conquistou uma vitória merecida, mesmo que em determinados momentos tivesse que equipar de “Trofense” mau grado as criticas anteriores. A verdade é que não teve que “pagar a factura de outros jogos”, mas não se sentiu incomodado por beneficiar da mesma. A equipa de Jesualdo venceu um jogo complicado com muita aplicação e objectividade, mas que ninguém se faça de inocente ou vitima nos “erros que fazem parte do jogo” como tanto gostam de dizer os dirigentes.

Sporting de Braga que mais uma vez se sente prejudicado, por um golo em fora-de-jogo e por uma série de penalidades que ficaram por marcar, segundo António Salvador. O Presidente do Sp. Braga já deve estar farto de utilizar a palavra “roubo”, no entanto, apesar dos exageros, Salvador tem razão e por esse facto tem direito á indignação. Mais uma vez.

Assim, o FC Porto vira o campeonato em primeiro e siga.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

BELENENSES EMPATA BENFICA

O SL Benfica não foi além de um empate a zero golos com o Belenenses, em Belém.

Não vi o jogo, mas ouvi: “…E o Benfica a jogar fora é isto, só joga em 50 metros e bolas para o Suazo”. Ao ouvir isto fiquei com a nítida sensação que não estava a perder nada de especial. Inclusivamente pensei que o Benfica é uma repetição, basta ver uma vez.

Considerando o que Quique Flores afirmou antes, quase se adivinhava o que aconteceria depois. Mas há sempre jogadores para desancar. Assim até apetece ouvir o Vítor Pereira e achar que há muitas maneiras de as pessoas desistirem de ir ao futebol.

QUE CHATICE

Já está de regresso o campeonato e a sua I Liga Sagres. Mais ruído, mais contestação, mais desconfiança, mais vigilância, mais arbitragem, mais dirigentes, mais oportunismo, mais clubite, mais exemplos…menos futebol.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A ESTREIA DA NEVE


Nunca tinha visto um jogo em Portugal com neve no relvado. Guimarães e Paços de Ferreira fizeram a estreia e eu também. Aqui fica o registo.

DAR E TIRAR A LIDERANÇA

O FC Porto cedeu um comprometedor empate a zero golos frente ao Trofense. Quando nada o fazia prever, a equipa de Jesualdo Ferreira não conseguiu segurar a liderança mais do que uma jornada. Curiosamente, Trofense que colocou o FC Porto na liderança e que agora de lá o tira. Quem dá e tira…

Obviamente que este foi “daqueles” jogos. Sem história, sem motivos de interesse e com sentido único. O resumo do jogo é simples: Um FC Porto a atacar e um Trofense a defender. Por mais que se queira analisar só se encontra este resumo. Podemos incluir a ineficácia, o azar (portista) e a sorte (trofense), o empenho de todos em atingir objectivos e pouco mais.

O Jogo ficou marcado por duas situações extra. A primeira, quando Cristian Rodriguez remata para o golo certo e encontra Guarín que fez de defesa trofense de ocasião. A segunda, a inexplicável pisadela de Bruno Alves na cabeça de Reguila. Bruno Alves pode dizer que não quis atingir o adversário na cabeça, mas não pode dizer que não pretendeu “calcar” o adversário.

Sou um apreciador das qualidades futebolísticas de Bruno Alves, nunca vi um jogador com a sua capacidade de impulsão e é notável a forma como se foi afirmando no futebol português. Mas aquele lance é demasiado irresponsável e inqualificável para escapar a um castigo. Digo mesmo que, por acaso, não teve consequências graves.

O DIREITO Á INDIGNAÇÃO

O SL Benfica venceu o Sporting de Braga por 1-0, recuperou a liderança mas voltou a não convencer ninguém. Isto num jogo marcado por uma arbitragem controversa e pela indignação justificada dos bracarenses.

Este Benfica não joga, apenas luta pela posse da bola, sofre em demasia e vive esperançado que algumas individualidades façam a diferença. Neste jogo quem fez a diferença foi Moreira e está tudo dito. O Benfica já perdeu com mais e melhores oportunidades de golo. Para estes jogadores cada jogo efectuado é um castigo cumprido.

O Sporting de Braga, deu sequência aos avisos de Jorge Jesus e demonstrou na Luz todo o seu potencial e capacidades. Foi a melhor equipa, aquela que mostrou melhor qualidade, objectividade e colectivo. Apesar disso, saiu derrotado e prejudicado.

A equipa de Arbitragem também entrou em jogo, mas pelas piores razões. O golo da vitória benfiquista foi precedido de falta por fora-de-jogo e depois uma série de situações discutíveis e merecedoras ou não de castigo máximo. Sinceramente, para além do golo, vejo, com rigor e sem dúvidas, uma penalidade que ficou por marcar (a de Luisão sobre Aguiar), todas as outras são discutíveis, e por via disso, sujeita à justiça de cada um e do seu lado da barricada.

De qualquer forma justifica-se a indignação bracarense e o silêncio benfiquista.

domingo, 11 de janeiro de 2009

CUMPRIR A JORNADA DE TRABALHO

O Sporting CP venceu o Marítimo por 2-0 e despachou a 14.ª Jornada. Um jogo frio como o tempo que castigou os jogadores a cumprir mais uma jornada de trabalho.

O Sporting tomou a liderança no marcador e entregou, na prática, a iniciativa de jogo ao Marítimo. A equipa de Lori Sandri caiu no engodo, fez as despesas e nada mais. Rui Patrício teve uma jornada de descanso.

Por um lado, o Sporting não fez mais do que gerir uma vantagem e controlar as operações. Por outro lado, o Marítimo teve o trabalho todo, mas não conseguiu disfarçar limitações ou encontrar inspiração que lhe permitisse contornar um obstáculo que conseguia multiplicar os obstáculos.

Ou seja, para o Sporting, não foi preciso jogar, bastou não facilitar e cumprir os serviços mínimos.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

DISPENSA ANUNCIADA

O Chefe do Departamento de Futebol do Rio Ave, Henrique Maia, confirmou, em conferência de imprensa, a saída de João Eusébio do comando técnico da equipa. Henrique Maia justificou a rescisão de contrato com João Eusébio com a série de resultados que o Rio Ave alcançou nas últimas jornadas, sobretudo depois da derrota com o V. Guimarães que colocou a equipa no penúltimo lugar do campeonato, com 10 pontos.

Descoberto nas entranhas do clube, João Eusébio sobreviveu nas fases difíceis e devolveu o clube à Liga principal. No paraíso encontrou o inferno da dispensa. É a vida no futebol.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

JA NEM SEQUER É UM MILHAFRE

O SL Benfica perdeu por 2-0 com o Trofense, na sua deslocação à Trofa. Perdeu o seu primeiro jogo no campeonato e a liderança da Liga. Tudo, num jogo só.

Mais do mesmo de uma equipa que não se constrói, mas que se auto-destrói. Não precisa de ajuda, ela faz isso… sozinha.

Sofrer a primeira derrota não é uma surpresa, é antes o resultado do prenunciado. É mais fácil acertar na lotaria do que adivinhar qual vai ser a equipa do Benfica e ainda que tipo de jogo vai realizar. É caso para dizer que toda a gente leva o Benfica ao colo, menos a sua equipa de futebol.

Será que alguém percebe o tipo de jogo que o Benfica apresentou na Trofa, frente ao último classificado?

Primeiro recuou as linhas até sofrer o primeiro golo. Depois avançou as linhas até sofrer o segundo golo. Isto sem fio condutor, sem voz de comando, sem orientação. Mas com a equipa técnica a tomar notas, a registar a ineficácia, a escrever o livro do insucesso. Nesse bloco está de certeza registado, que o benfica (com b pequeno) nos últimos 4 jogos perdeu 7 pontos em 12, com dois jogos em casa.

O Trofense avisou dos perigos, disse inclusivamente como iria jogar, só faltou dizer o resultado. E cumpriu. Até nos detalhes. Quanto ao Benfica, foi assistir a uma lição, sem garantias de a ter aprendido.

Se calhar, para os lados da Luz, ganhar campeonatos é por obra e graça do Espírito Santo. Daí os sorrisos e os brindes na comunicação social, como se o campeonato de inverno existisse.

Assim, vai o Benfica candidato. Agora a correr atrás e com uma segunda volta “inspiradora”.

A SORTE DOS AUDAZES

O FC Porto venceu o Nacional por 4-2, na sua deslocação à Madeira. O FC Porto entrou forte no regresso à competição. Não porque tenha feito um jogo de arrasar, mas porque nunca desistiu de arrasar com o jogo.

Mesmo considerando as armadilhas que Manuel Machado tinha preparado e as dificuldades que os jogos na Choupana sempre oferecem, a equipa de Jesualdo Ferreira foi sempre o exemplo da vontade, apesar das dúvidas momentâneas.

A equipa não regateou resultados, tentou sempre estabelecer as regras do jogo. É certo que teve a sorte do jogo, mais foi a sorte dos audazes. Daqueles que não desistem de procurar corrigir as tais armadilhas do jogo, as falhas individuais e os acasos.

Houve momentos em que o aço chegou a fundir-se, mas há sempre reportório para se encontrar soluções, mesmo descontando os erros, embora também façam parte do reportório. Há bem pouco tempo, o FC Porto tinha individualidades, mas não tinha colectivo. Ganhou confiança e foi construindo o conjunto. Agora que tem conjunto, já puxa as individualidades para processos de desbloqueamento. Isto, considerando que ainda não é uma máquina de corpo inteiro. Daquelas que engole os adversários, tritura e despeja carradas de soluções ofensivas. Ainda não, mas para lá caminha.

Assim, se constrói um campeão.

Quanto ao Nacional, primeiro atrapalhou e depois atrapalhou-se, desperdiçando a oportunidade de anular o jogo.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

NUMEROS PARA ANÁLISE

Números do Expresso no ano de 2008.

2.461,554: Número total de espectadores nos estádios da Liga, em 2008 (1.436,917 em 2007/08, desde a jornada 15, mais 1.024,637 em 12 jornadas disputadas em 2008/09).

Sem ter valores comparativos, acredito que esta época será melhor que a anterior. Afinal basta repetir a afluência até agora, mais 500 mil. É superável, considerando até que vamos entrar na fase mais competitiva e decisiva da Liga. E não vale a pena comparar com outros campeonatos porque as realidades são muito diferentes.

44.964: Número de espectadores nos estádios, na jornada com menor assistência do ano (jornada 11, da temporada 2008/09).

Esta já preocupa, mesmo considerando que os 3 grandes jogaram fora: Benfica (Marítimo), FC Porto (Setúbal) e Sporting (E. Amadora), não justifica este número preocupante. Considero, no entanto que dificilmente se repetirá, até porque a U. Leiria já não pertence a este campeonato.

144.377: Número de espectadores nos estádios, na jornada com maior assistência do ano (jornada 30, da temporada 2007/08).

Na jornada 30? Podem ter a certeza que esta época será melhor e mais do que uma vez.

33: Número de vitórias do Sporting em 2008, em todas as competições oficiais. Os 'leões' foram a equipa portuguesa com mais triunfos no ano que agora finda, vencendo 62,3% dos jogos realizados.

Os números enganam. Perguntem aos adeptos leoninos. Façam o favor de reconhecer o trabalho de Paulo Bento (Mesmo…)

3: Número de derrotas consentidas pelo Benfica em 2008, que correspondem a 8,6% dos jogos disputados pelas 'águias'.

É verdade que as derrotas têm influência. Mas as vitórias têm muito mais. Curiosamente, uma vitória vale tanto como 3 empates. 2 empates vale menos que uma derrota. Uma derrota significa um jogo desperdiçado, 3 empates significam 2 derrotas. Confuso? É só fazer as contas.