Este Conselho de Disciplina precisa de mais o quê para tomar a melhor decisão!? Qual? A demissão, obviamente.
sábado, 25 de setembro de 2010
MAIS UMA VEZ O CD DA FPF
Este Conselho de Disciplina precisa de mais o quê para tomar a melhor decisão!? Qual? A demissão, obviamente.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
MAS QUE RAIO DE JUSTIÇA
Alega o Conselho de Justiça que o CD suspendeu Carlos Queiroz com base num artigo errado do regulamento disciplinar da Federação, reforçado com o facto do caso ter prescrito por ter ultrapassado os prazos previstos no referido regulamento.
Realmente, depois da “sova” que levou no acórdão da ADoP, este Conselho de Disciplina voltou a ser punido por incompetência. Sinceramente, que tipo de credibilidade merece este CD que está a apreciar ainda o “Caso do Polvo”.
Por outro lado, o Conselho de Justiça considera que Queiroz violou de forma grosseira e irresponsável os mais elementares deveres de ordem disciplinar, ética e desportiva que lhe estavam impostos pelos regulamentos das selecções nacionais pelo que poderia ter sido punido ao abrigo de um outro artigo.
Simplesmente inacreditável.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O VELHO CASO QUEIROZ
Pelo histórico de Laurentino Dias em matéria de doping arrisco a dizer que sim. É só recordar o caso Assis e confirmar o nó na garganta de Filipe Vieira. E aí, o que diriam? Talvez a perseguição ao condenado. Ou talvez o aplauso com pena, porque a pena seria diferente, a começar pelo Conselho de Disciplina.
No fundo, bem no fundo, acho que o cenário seria outro e o caso teria morrido aí ou talvez estivesse em outros tribunais, porque CQ tem boca de hipopótamo.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A REACÇÃO DE CARLOS QUEIROZ
Carlos Queiroz, Seleccionador Nacional
Mas então não foi o secretário de Estado que despoletou esta situação? Não foi a intervenção do secretário de Estado que motivou aquela onda de apoio que incluiu Filipe Vieira e Pinto da Costa? Carlos Queiroz quer levar o caso para o campo que mais lhe interessa, mas pelos vistos também aqui não demonstra grande habilidade.
“No final, quando o recurso tiver terminado, cá estarei para assumir as minhas responsabilidades e espero que o secretário de Estado assuma as suas, se a decisão do TAS não for igual àquela que apoia”.
Carlos Queiroz, Seleccionador Nacional
Também acho. Mas, quanto á selecção não podia ir saindo…
“Não ficaram dúvidas sobre a intervenção do secretário de Estado, directa ou indirecta, sobre aquilo que é a gestão de uma federação” (…) “Ficou claro que houve uma ingerência no modo como a direcção da federação deve gerir os seus destinos.”
Carlos Queiroz, Seleccionador Nacional
Isso. Apelar por reforços.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
CADA VEZ MAIS QUEIROZ
Carlos Queiroz deu uma entrevista à SIC e esclareceu que não prejudicou o controlo da ADoP, mas reconhece que tentou “condicionar” a recolha ao pretender o seu adiamento, mesmo que por pouco tempo. Considerando a impotência para contrariar a determinação dos controladores, proferiu a frase que lhe valeu um mês de suspensão pelo CD da FPF.
Ou muito me engano, ou o problema maior está precisamente na tentativa de alterar o plano estabelecido pelos técnicos da ADoP e que motivou os problemas posteriores. Parece que, independentemente das razões que assistem a todos, alguém está a esticar a corda para defender procedimentos que não têm nada a ver com os desempenhos desportivos, embora muitos estejam interessados em colocar tudo no mesmo saco para puxar a corda para o lado mais conveniente.
Obviamente, Carlos Queiroz pretende dirimir o caso no campo desportivo e por isso insiste em julgamentos políticos. Sinceramente, não estou a ver Laurentino Dias a investir num processo para derrubar CQ. O que eu estou a ver é que possivelmente no seio da Federação muitos queiram aproveitar a boleia para resolver um problema… desportivo. Daí o imbróglio.
Depois, há ainda a questão do “Polvo” que Queiroz não conseguiu nem pode camuflar e que lhe vai custar mais uma suspensão. Embora Queiroz tenha razão quando diz que Amândio Carvalho fez afirmações que previam o castigo, antes da decisão do CD.
Como tenho feito referência, a minha análise sobre CQ está orientada para os aspectos desportivos e aí, não lhe reconheço condições para continuar por incompetência para o lugar. Neste caso, embora CQ o negue, a questão financeira tem um peso superior. A questão da honra e da dignidade pode ser dirimida fora ou dentro da Selecção.
quarta-feira, 24 de março de 2010
ARTIFÍCIOS JURÍDICOS
Noutros casos foram as “escutas”, neste caso foram os “agentes de jogo” a esconderem a realidade e a flexibilizar a justiça.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
A MARCHA DOS DESCONTENTES
In Público
"Este campeonato é o campeonato das toupeiras, resolvido nos túneis. Querem estragar os relvados. A verdade desportiva está alterada. E os adeptos devem manifestar-se".
Rui Moreira in Público
A força da vontade e a vontade de fazer força. Estes manifestantes, independentemente de razões e motivos, nomeadamente de alguns e obviamente contra um, estão mal habituados. Estão habituados a anos de impunidades e controlo absoluto de associações, comissões, conselhos e bastidores do futebol português.
Para isso, é preciso inverter a situação entre perseguidos e perseguidores (a dúvida de saber quem persegue quem, tal como a dúvida de conviver com os rigores da legalidade), tal como é necessário distorcer cenários para regressar ao PASSADO. Primeiro era preciso anular as “escutas” para não validar acusações, depois é preciso anular “agentes desportivos” para não validar agressões. O problema, é que já não é possível pegar no telemóvel e mudar cenários. Até quando?
sábado, 20 de fevereiro de 2010
HULK E SAPUNARU DE CASTIGO
O FC Porto, obviamente contesta como parte interessada, mas não consegue anular as agressões, não as consegue justificar, não consegue repetir as provocações nem explicar a razão dos seus jogadores terem sido chamados para saírem do balneário onde já se encontravam, para iniciarem os confrontos, tal como na época anterior.
É um castigo duro, tal como dura foi a reacção dos jogadores. Já aqui tinha dito que os clubes aprovam os regulamentos, mas apenas para serem aplicados aos outros. Quando as comissões funcionam é porque foi cometido um erro estratégico que necessita de correcção.
Curioso é o facto de Ricardo Costa conseguir explicar as suas decisões e quem o ataca não conseguir demonstrar a sua incompetência.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
JOGOS SEM INOCÊNCIA
Convenhamos que a decisão seria sempre injusta, mas faltou penalizar a organização do jogo de inteira responsabilidade do Sporting CP.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
SILENCIAR AS ESCUTAS

Desconhecido
A questão das “escutas” não é mais do que um artifício de salvação e um espelho que reflecte os contornos a que a própria justiça deve obediência.
Neste processo, nenhum dos acusados, castigados ou “escondidos” são inocentes. As escutas demonstraram e confirmaram as infracções, e fizeram o seu juízo, independentemente do juízo que pode resultar do malabarismo jurídico que as leis permitem.
Revoltante é verificar a forma descontraída e cínica como os infractores manipulam as inocências. Nenhum deles conseguiu desmentir, porque indesmentíveis, os conteúdos das escutas, mas conseguem sobreviver na “tábua” de um artifício que apenas confirma a culpa. Têm o descaramento de reclamar, não a inocência, mas indemnizações e recuperação de estatutos.
Nesta selva tudo é possível, e pergunta-se como se consegue deter a corrupção sem escutas ou denúncias (mesmo considerando que uma denúncia pode ser falsa e uma escuta não). Como se consegue deter a corrupção quando a própria lei denuncia vazios inexplicáveis. Como se consegue deter a corrupção quando as escutas são válidas para determinadas infracções e não o são para outras. Como se consegue deter a corrupção, quando a própria investigação não sabe qual o caminho a seguir. Como se consegue deter a corrupção, quando os juízos não conseguem ser uniformes.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
AS PROMISCUIDADES E AS REACÇÕES
quarta-feira, 22 de julho de 2009
É JUSTO OU INJUSTO ?
a) - O Sporting - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD, juniores, A:
1. na pena de derrota por 3-0 no jogo n.º 211.03.012, a contar para a 6ª Jornada da Fase Final (Apuramento de Campeão) do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Juniores "A", marcado para 27.06.2009;
2. na realização à porta fechada dos três jogos oficiais seguintes que no mesmo escalão deva realizar em casa com o Sport Lisboa e Benfica-Futebol, SAD;
3. na multa €625;
b) - O Sport Lisboa e Benfica - Futebol, SAD:
2. na realização à porta fechada dos três jogos oficiais seguintes que no mesmo escalão deva realizar em casa com o Sporting - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD;
3. na multa €625.
Com esta decisão, o SL Benfica é consagrado campeão de Juniores se a FPF homologar o campeonato. Fico com a sensação que qualquer decisão mereceria reparos e a certeza que todos foram castigados, menos os culpados.
quarta-feira, 25 de março de 2009
FC PORTO vs UEFA: FECHADO
Com esta decisão e considerando que os “casos” condenados no âmbito do Apito Final terem ocorrido em 2004, é mais do que certo que o FC Porto se encontra a salvo de qualquer sanção por parte da UEFA. Mais uma novela “tecnicamente” concluída.
sábado, 7 de março de 2009
O QUE É PRECISO É SABER...
O Ministério Público não descortina uma clara conduta desviante de Gonçalves Pereira e não ocorre uma interpretação jurídica inadmissível e infundada. O MP considera que actos afectados por vícios e irregularidades foram, eventualmente, praticados por todos. O despacho contraria mesmo o parecer de Freitas do Amaral e critica o funcionamento e as decisões do órgão federativo após o abandono de Gonçalves Pereira. Com isso, fez arquivar a queixa-crime da FPF.
Este é mais um daqueles episódios e cambalhotas que os processos têm sido sujeitos nos últimos tempos, o que coloca em causa a uniformidade de critérios se é que isso se pode aplicar nestes casos. Certamente que as novelas vão continuar, já que o próprio Gonçalves Pereira, tanto como Pinto da Costa, FC Porto, João Loureiro e Boavista, têm acções cíveis interpostas que reclamam da validade das decisões do Conselho de Justiça, confirmadas pela FPF após o parecer de Freitas do Amaral.
Agora resta saber que tipo de influência terá esta decisão nas tais acções cíveis interpostas.
O FUTEBOL E A JUSTIÇA ?
Este depoimento de António Mortágua, ex-presidente do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol e da Comissão de Arbitragem da Liga, obriga a outra questão: E qual é o seu preço?
Vindo de um Juiz - conselheiro, só se pode concluir que não existe entidade ou instituição que nos mereça confiança. Imaginar os cargos que exerceu no futebol português, também dá para “achar” muita coisa. Depois, sempre é possível especular sobre a qualidade e credibilidade do testemunho. Ou não !?
Quem não achou muita piada foi a APAF que através de Luís Guilherme comunicou que vai solicitar uma certidão para estudar o depoimento do juiz e agir em conformidade. Para Luís Guilherme: “Se ele sabia de alguma coisa naquela altura, devia ter dito".
O Procurador-Geral da República é que parece já não acreditar muito no sucesso das investigações, apesar de defender: "Nada voltará a ser como dantes" (…) "O mundo do futebol sabe que, agora, pode ser investigado. Podem não ser condenados, mas sabem que serão investigados e, eventualmente, julgados”.
É a vida…
quarta-feira, 4 de março de 2009
O PROBLEMA CAROLINA SALGADO
Este processo, tal como outros, já tinha sido arquivado pelo Ministério Público. No entanto, a equipa de Maria José Morgado reabriu o processo, considerando o testemunho de Carolina Salgado, desta vez aceite como credível pelo Tribunal e pela Juíza de Instrução.
No entanto, este julgamento tem sido marcado pela “Feira” em redor da testemunha - chave do processo, Carolina Salgado, figura que tem facilitado demasiado o trabalho de quem pretende descredibilizar o seu testemunho. Aliás, considerando os resultados evidenciados em outros casos do processo já arquivados, Carolina Salgado é mais um problema para o Ministério Público do que para Pinto da Costa.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
CASO FC PORTO vs UEFA AGAIN
Lá vamos nós outra vez…
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
VIRA O DISCO E TOCA O MESMO
Para o efeito considerou improcedentes os pedidos de revisão já que os requerimentos não invocam circunstâncias ou meios de prova novos, que fossem susceptíveis de demonstrar a inexistência dos factos considerados provados, tido como pressuposto imprescindível para a admissibilidade da revisão dos processos.
Isto não é um processo jurídico, é uma maratona de ping-pong até morrer de cansaço.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
AS ESCUTAS DE REGRESSO

Esta decisão quer dizer que João Bartolomeu pode recorrer da decisão dos Conselhos de Disciplina e Conselho de Justiça. Mas, também pode querer dizer que outros processos podem ser reavaliados, como os processos relacionados com Pinto da Costa, João Loureiro e Boavista. Assim, voltamos a mergulhar num imbróglio, na medida em que esta Decisão mesmo não absolvendo ninguém, retira uma prova importante que pode resultar em absolvição.
Recordo que o Conselho de Justiça tinha mantido as penalizações do Conselho de Disciplina alegando que: "As escutas telefónicas, desde que obtidas licitamente em processo-crime, e enviadas pela autoridade judiciária para a instauração de competente processo disciplinar, podem ser neste utilizadas e valoradas como elemento de prova".
Recordo também o que Ricardo Costa do CD afirmou depois da decisão do STA: “A decisão do STA em ordenar que sejam retiradas as escutas do processo ‘Apito Final’ não abrange os processos do Boavista, João Loureiro, FC Porto, Pinto da Costa e árbitros, julgados em definitivo pelo Conselho de Justiça da FPF".
sábado, 17 de janeiro de 2009
EMOÇÃO FUTEBOLISTICA
A este propósito, Hermínio Loureiro antecipou-se e solicitou uma audiência ao Procurador Geral da República e ofereceu toda a colaboração da Liga caso haja investigação às acusações do SC Braga e às “infiltrações” de Mesquita Machado.
Esta situação promove uma série de interrogações, entre elas duas: Loureiro quis atacar o problema de frente e “apanhar em falso acusações emotivas”? ou quis atacar o problema por trás e “colocar-se a salvo de qualquer promiscuidade”?
Esta mistura de política e futebol e vice-versa, arrasta sempre grandes dúvidas. Aliás, jogado assim, o futebol é uma farsa. O curioso é que o futebol se joga assim, há tempo demasiado.
Post Scryptum: Já agora, há algum motivo para que o FC Porto não tenha recebido ainda a Taça de Campeão da época 07/08?




