
Na vitória de Rangel, a derrota “Vital” do PS. Os resultados das Europeias 09 não deixam muitas dúvidas. Paulo Rangel venceu as eleições e levou ao colo o PSD. Uma vitória com mérito, mas também por falta de comparência. O PS foi o grande derrotado das eleições, não só por Vital Moreira, mas também por acção penalizadora. Aliás, resta aferir se foi Vital Moreira o culpado pela derrota do PS ou se foi o Governo PS a derrotar Vital Moreira. Evidente, foi que a acção penalizadora ao Governo condicionou a votação, e todos acabaram por beneficiar, menos o PS.
O PSD venceu as eleições, algo inesperado mesmo para os “laranjas”, beneficiando da divisão á esquerda e recolhendo votos de protesto. O PS de José Sócrates foi severamente castigado, não pelo socialismo mas pelo governo do socialismo, e quem não quiser ler isto como um sinal de protesto sujeita-se a novas surpresas. Aliás, o Governo, em peso, esteve presente na hora da derrota, facto que reforça o peso que teve nestas eleições.
Sinal de protesto vinculado pelo resultado obtido pelo BE, cada vez mais uma voz de protesto com corrente, embora sem corrente para construir. A CDU pode ficar satisfeita com a vitória, mas não esconde a “dor” de ter sido derrotada aos pontos pelo BE. Essa dói muito mais que qualquer outra “vitória” nas derrotas que tem tido.
O PP-CDS acabou por vencer as sondagens e elegeu tantos mandatos como alguns grandes vencedores. É preciso reconhecer o espírito de sobrevivência em área restrita e com reduzidos “picos” de transferência. No final das contas, a direita somou 40% num mar de esquerda.
De registar que na Europa os socialistas foram os grandes derrotados, particularmente, Mário Soares e Ana Gomes, mas esta tem lugar assegurado.
O PSD venceu as eleições, algo inesperado mesmo para os “laranjas”, beneficiando da divisão á esquerda e recolhendo votos de protesto. O PS de José Sócrates foi severamente castigado, não pelo socialismo mas pelo governo do socialismo, e quem não quiser ler isto como um sinal de protesto sujeita-se a novas surpresas. Aliás, o Governo, em peso, esteve presente na hora da derrota, facto que reforça o peso que teve nestas eleições.
Sinal de protesto vinculado pelo resultado obtido pelo BE, cada vez mais uma voz de protesto com corrente, embora sem corrente para construir. A CDU pode ficar satisfeita com a vitória, mas não esconde a “dor” de ter sido derrotada aos pontos pelo BE. Essa dói muito mais que qualquer outra “vitória” nas derrotas que tem tido.
O PP-CDS acabou por vencer as sondagens e elegeu tantos mandatos como alguns grandes vencedores. É preciso reconhecer o espírito de sobrevivência em área restrita e com reduzidos “picos” de transferência. No final das contas, a direita somou 40% num mar de esquerda.
De registar que na Europa os socialistas foram os grandes derrotados, particularmente, Mário Soares e Ana Gomes, mas esta tem lugar assegurado.












































