



Ao 25.º dia e último de competição, a Espanha atinge o último patamar dos históricos. Campeão Europeu e Campeão Mundial, em dois anos, consequência de um trabalho de quatro anos. O prémio de uma geração de ouro que dificilmente voltará a repetir. São ciclos, gerações ou “fornadas” que nem sempre se repetem, daí talvez o facto da Espanha ter atingido só agora tal patamar. Portugal, também teve a sua geração de ouro, mas tudo se esgota, porque não é normal aparecer tanta qualidade de uma vez só.
E o raio do polvo Paul, voltou a acertar. Será pelo amarelo?
Em antevisão, o confronto entre duas formações que gostam de tratar a bola. A Holanda na posse em construção, a Espanha na posse para guardar o jogo. Neste jogo da posse, a Espanha atingiu os primeiros objectivos, conseguiu retirar a bola do adversário, condicionou o jogo e obrigou a Holanda a arranjar alternativas. Numa outra competição, o jogo seria diferente. Mas o facto de se jogar a final de um campeonato do mundo, obrigou as equipas a defenderem utilidades e o futebol sem balizas.
Mesmo assim, ainda se descobriram oportunidades e ambas podiam ter acabado o jogo sem prolongamento. Robben teve mesmo a oportunidade de contrariar tudo. Tal como em outras finais da Laranja.
No prolongamento, o melhor futebol da “Roja” mostrou evidências. Em fase de “tudo ou nada” a Holanda fica sem um jogador (Heitinga) e Iniesta fez o resto. A Espanha sempre mais equipa, a Laranja a jogar para as penalidades e Fabregas a juntar-se a Iniesta. Mais uma vitória por 1-0 e um título merecido. Curiosamente, num jogo disputado longe das balizas, os dois GR foram elementos determinantes no resultado final.
.E o raio do polvo Paul, voltou a acertar. Será pelo amarelo?
Em antevisão, o confronto entre duas formações que gostam de tratar a bola. A Holanda na posse em construção, a Espanha na posse para guardar o jogo. Neste jogo da posse, a Espanha atingiu os primeiros objectivos, conseguiu retirar a bola do adversário, condicionou o jogo e obrigou a Holanda a arranjar alternativas. Numa outra competição, o jogo seria diferente. Mas o facto de se jogar a final de um campeonato do mundo, obrigou as equipas a defenderem utilidades e o futebol sem balizas.
Mesmo assim, ainda se descobriram oportunidades e ambas podiam ter acabado o jogo sem prolongamento. Robben teve mesmo a oportunidade de contrariar tudo. Tal como em outras finais da Laranja.
No prolongamento, o melhor futebol da “Roja” mostrou evidências. Em fase de “tudo ou nada” a Holanda fica sem um jogador (Heitinga) e Iniesta fez o resto. A Espanha sempre mais equipa, a Laranja a jogar para as penalidades e Fabregas a juntar-se a Iniesta. Mais uma vitória por 1-0 e um título merecido. Curiosamente, num jogo disputado longe das balizas, os dois GR foram elementos determinantes no resultado final.
A Espanha vence o Mundial 2010, realizado pela primeira vez em continente africano. Waka, waka.





























