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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

PROGRAMA OLÍMPICO

“... Para terminar, a última diferença significativa: Os objectivos. Efectivamente o contrato programa Londres 2012 que transfere meios financeiros de avultado montante – 14,6 milhões de euros – contrariamente ao contrato homólogo Pequim 2008, não estabelece objectivos desportivos para serem alcançados. Todos temos objectivos nas nossas vidas e nas nossas profissões. Todos os funcionários públicos os têm. Todos os professores. Todos os gestores e comerciais nas empresas. Os presidentes dos institutos públicos também. A nossa Selecção Nacional de futebol também os tem, que consiste em concreto, ser apurada para a fase final do Campeonato do Mundo de Futebol 2010. Todo o desporto de alta competição, por lei, artigo 8.º, do Decreto-Lei n.º 125/95, de 31 de Maio, quando recebe apoios públicos, é obrigado a definir objectivos desportivos. Sendo a preparação e participação Olímpica o topo do desporto de alta competição, não se compreende esta opção de não fixar objectivos no início do programa desportivo.
In Colectividade Desportiva

Pois é! Um dos problemas de Pequim e de Vicente Moura foi precisamente estabelecer objectivos. Também não reconheço programas sem projectar objectivos, mas sempre existe alguém que o consegue fazer. Caminhando sobre ondas.

terça-feira, 3 de março de 2009

VICENTE DE MOURA CONVINCENTE

Vicente Moura foi reeleito presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), contando com 122 votos a favor e 8 nulos.

Vicente Moura, que preside ao COP desde 1997, foi reconduzido para um quarto mandato consecutivo, até 2012. O candidato de lista única recebeu 104 votos favoráveis de 26 das 27 federações olímpicas activas que participaram no acto eleitoral, registando-se quatro votos nulos de uma delas, enquanto atletismo e futebol (?) não se fizeram representar. Dos restantes 22 membros presentes (federações não olímpicas e outros representantes) 18 foram favoráveis ao presidente do COP e quatro depositaram votos nulos.

Falhada a tentativa de mudança, Fernando Mota e Laurentino Dias vão ter de levar com ele mais um mandato, se durarem.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

FALTA DE COMPARÊNCIA

Vicente Moura, lidera a única lista concorrente ao acto eleitoral do Comité Olímpico Português, previsto para Março. O candidato apresenta-se com o apoio de 24 das 29 federações olímpicas.

Depois de tantas críticas, avanços e recuos, ameaças e boicotes, ninguém se dispôs a defrontar o Comandante no acto eleitoral.

Vicente Moura, não precisou de vencer por goleada, ganhou por falta de comparência. Que azia.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

RECANDIDATURA DE VICENTE MOURA

O Presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), Vicente Moura, assumiu a recandidatura ao cargo. Vicente Moura reuniu-se com 22 das 29 federações olímpicas, na sede daquele organismo, em Lisboa, e recolheu o apoio de 17. Pelo que se vislumbra, a Federação de Atletismo e outras, não vão apoiar o actual presidente nesta recandidatura.

Mencionei num post durante os JO 08, que “Perante o ruído que já se instalou e o que aí vem, Vicente Moura teve uma postura digna. Não se demite, mas não se recandidata. Ou seja, não foge destes problemas, mas já não quer outros.”

Dei conta também, que o Governo e determinadas Federações se aproveitaram do momento para promoverem uma candidatura “interessante”. Reforçada, quando Vicente Moura deu o dito por não dito.

Para mim, Vicente Moura devia ter mantido a tal postura de não se recandidatar. Mas, também se percebe que ninguém gosta de ser empurrado. Muito menos, sair com um fardo daqueles às costas e sob o olhar acusador dos “parceiros”.

Para além dos interesses pessoais, incluídos os de Vicente Moura, vamos ver como ficam os interesses do Comité Olímpico.