Mostrar mensagens com a etiqueta Gilberto Madaíl. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gilberto Madaíl. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de setembro de 2010

DESAFIO A PAULO BENTO

Pelos vistos, e até outra manobra de diversão, Paulo Bento vai ser o novo seleccionador nacional. Contratado de uma forma muito condicionada, como se estivesse em período experimental e com prazo de validade estipulado. Acredito que Paulo Bento aceita o cargo pelo prestígio, pela experiência, mas principalmente pelo desafio.

As eleições para a Direcção da FPF, provocam ondas de choque suficientes para condicionar tudo o resto. Aliás, o acto eleitoral na federação, não passa de um contar de armas nos bastidores do futebol, onde as associações esgrimam colocações para colherem dividendos sem importar a competência. O espelho deste tipo de processo está à vista, com elementos de incompetência e muita obediência. Arrisco mesmo a dizer que Madaíl foi o único presidente da FPF que soube lidar com o processo ou sobreviver ao mesmo.

Como disse anteriormente: “Para mim, Paulo Bento seria sempre um nome a considerar, apesar de se lhe apontar limitações técnicas e tácticas. Acima de tudo, é um treinador que nunca se intimida, extremamente competitivo, disciplinador e rigoroso, que não se condiciona com nomes ou se atemoriza com idades para descobrir competências e, principalmente, com personalidade suficientemente sólida para cumprir objectivos.”

Reafirmo que, para mim, Paulo Bento faz parte da solução e não do problema. Só tenho uma dúvida que me incomoda. Paulo Bento sempre utilizou um sistema sem extremos, tendo até pecados em relação a dispensas que brilham, e na selecção o que não faltam são extremos brilhantes. Fora isso, “fundamentalmente” e “tranquilamente” estou convencido do sucesso, mesmo com 5 pontos desperdiçados, muito por culpa dos "colarinhos brancos".

domingo, 19 de setembro de 2010

UUUIIIII MOURINHO

"Não entendo por que o Real não me deixa treinar Portugal, quando vou estar 10 dias de férias em Madrid".
José Mourinho

"A jornalista [da televisão] portuguesa disse-me que não tinha havido reunião entre o Real Madrid e Portugal e eu respondi-lhe que não entendia por que não tinha havido reunião. Valdano também me disse que Portugal não tinha solicitado qualquer reunião. O que eu queria dizer é que, se a Federação de Portugal está em Madrid, não entendo por que não pediu a reunião".
José Mourinho

Mourinho! Tu és macaco!? Ou também foste levado?

BORA ALUGAR

Depois de Madaíl ter tentado alugar Mourinho por 2 jogos, também a Lázio quer alugar uma águia a Juan Barnabé, por um jogo. Estando na moda, que tal o Benfica tentar alugar o Di Maria para o jogo com o Sporting e este tentar alugar o Cristiano Ronaldo para o jogo com o Benfica? É que eles já jogaram a jornada espanhola e têm o domingo disponível.

sábado, 18 de setembro de 2010

MOMENTOS TRISTES

José Mourinho falou sobre a conversa com Gilberto Madaíl:
.
O presidente da federação, de um modo muito objectivo e até emocional, pediu-me que, pelo facto de os campeonatos pararem durante 15 dias nesse período, haver uma debandada geral no Real Madrid e como tal a minha ausência não ir ter uma grande influência no meu trabalho aqui, tentasse ajudar a Selecção nesses dois jogos decisivos, que podem abrir a qualificação ou afastar a equipa de vez do Europeu.”
José Mourinho

É óbvio o desespero de Madaíl e o investimento em medidas desesperadas. Medidas essas que por falta de ponderação não observaram o absurdo da situação. Naturalmente que Madaíl resolveu jogar com o nome de Mourinho, para todos os efeitos, quer para os jogadores como para a opinião pública, mas esqueceu-se que esta é uma medida condicionadora do futuro da selecção e um atestado de incompetência para o novo seleccionador.


Disse-lhe o que pensava. Primeiro, que não é um treinador que em dois ou três dias que pode ajudar muita coisa; depois que os jogadores têm de ajudar com espírito de missão e não apenas passear classe e prestígio ganha nos clubes; que a imprensa tem de estar unida à volta da Selecção; e por fim que os portugueses têm de encher estádios para empurrar a equipa. A minha ajuda seria muito limitada.”
José Mourinho

Milagres? Toda a gente vê que esta é uma medida estéril e que é necessário apostar num técnico que recupere o que foi desperdiçado, mas com tempo para isso, e não em messias que não garantem coisa nenhuma. E se perdesse? Quais as consequências? E se ganhasse? Como seria o futuro da selecção e do novo seleccionador? Sinceramente, até os treinadores deviam gritar contra esta solução, porque não os dignifica e diminui a importância do seu trabalho.


Não lhe digo não, porque não ficaria bem comigo próprio, com o meu orgulho de português. Mas não posso dizer que sim, porque sou treinador do Real, tenho um trabalho que me apaixona, que é para os próximos quatro anos. Entreguei à sua capacidade para conseguir persuadir o Real Madrid a decisão e coloco-me fora das conversas e das decisões.
José Mourinho

Esta opção de Gilberto Madaíl serviu até para entalar Mourinho. Chantagem emocional? É natural que entre a espada e a parede, Mourinho encha o balão, não comprometa o seu futuro na selecção e sacuda a responsabilidade. Vamos ver se esta investida não prejudica o próprio treinador no Real Madrid.


Não teria nada a ganhar, só a perder. Felizmente não preciso de trabalho, estou sentado na cadeira em que 99,9 por cento do treinador gostariam de estar sentados. Não preciso de dinheiro. Informei que se fosse ia por zero euros, nem a gasolina queria me pagassem. Também não tenho necessidade de afirmação pessoal. Seguramente que não era eu que retiraria algo positivo desta chamada, apenas o sentimento de orgulho.”
José Mourinho

Também parece óbvio que esta ideia iluminada de Madaíl encheu o ego de Mourinho, que às vezes também se confunde com um deus menor. Naturalmente correria riscos, mas também ganharia muito se chegasse e vencesse. Para isso, parece que não se importava de ser alugado, não se importaria com as etapas seguintes e muito menos com quem viesse. Já cá não estaria. Estaria longe, a gozar os sabores dos deuses.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

COISAS NORMAIS DE ACÉFALOS

Espalhou-se a notícia que Gilberto Madaíl foi a Madrid suplicar a José Mourinho para comandar a selecção portuguesa nos dois próximos compromissos a contar para a fase de apuramento para o Euro 2012. Confirmo a notícia e custa a acreditar. Simplesmente porque não faz sentido. Aliás, não acredito que tanto José Mourinho como o Real Madrid possam aceitar tal proposta. Para além de tanta coisa em jogo, existem riscos que Mourinho não arriscaria.

Chega-se, inclusivamente ao absurdo de ponderar a hipótese de constituir um comando bicéfalo na selecção, com um seleccionador e um treinador de campo. Bom! Anda tudo doido.

Na Federação produz-se o erro para remediar outro erro, sucessivamente.

sábado, 21 de agosto de 2010

O ETERNO CASO QUEIROZ

De início, parecia haver uma acção concertada, que começava com o processo e conduziria ao meu despedimento. E Amândio de Carvalho decidiu pôr a sua cara na cabeça do polvo. Aliás, não me surpreende. Antes do jogo decisivo da qualificação (com a Bósnia, na Luz), chamou-me e disse que eu não era o treinador dele, que não tinha confiança em mim para dirigir a selecção.”
Carlos Queiroz in Expresso

Como se esperava o “Caso Queiroz” pariu um rato. CQ foi ilibado da acusação mais grave - a de ter perturbado a acção de recolha - sendo punido com um mês de suspensão e mil euros de multa por injúrias ao presidente da ADoP. Bom, se colocou obstáculos aos procedimentos de recolha, pelos vistos ninguém confirmou; em relação ás ofensas, o próprio Queiroz já admitiu que sim, portanto é normal a decisão.

No entanto, e como sempre, CQ voltou ao som das palavras e como consequência do seu significado, a Direcção por unanimidade resolveu enviar para o Conselho de Disciplina uma participação devido ás acusações ao Vice Amândio de Carvalho como sendo a cabeça do polvo que pretendia afastar CQ do comando da Selecção.

Também é natural que a Direcção da FPF se veja obrigada a intervir perante a acusação a um dos seus membros, por um funcionário da FPF.

Entalado pela boca, CQ resolveu agora recorrer da decisão do CD (Suspensão e multa) para o Conselho de Justiça da FPF, quando tinha dito que iria acatar a decisão. É que no fundo, nada tem a perder, mesmo porque este recurso não tem valor suspensivo da decisão do CD, mas pode conceder trunfos para o próximo inquérito.

No meio disto tudo há algumas certezas:
-A Direcção da FPF já não aguenta Queiroz, mas não tem dinheiro e tem Madail;
-Gilberto Madaíl é o único elemento a querer segurar o treinador, mas não pode passar por cima de uma série de questões;
-CQ não quer perder o emprego ou a indemnização (Não se trata de questões de honra ou de causas), sabendo que o seu percurso na selecção está inquinado;
-Muita coisa acessória foi introduzida nesta fogueira, porque há muitas contas a ajustar e que não têm nada a ver com os golos da selecção.
-Perante todo este cenário, como será possível justificar a permanência de CQ.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A NOVELA QUEIROZ VS FPF

Depois de 4 horas de reunião para discutir Carlos Queiroz, a Direcção da FPF confirmou que não decidiu nada, dado que o processo está entregue ao Conselho de Disciplina que pretende ouvir Carlos Queiroz, depois de já ter ouvido 5 depoimentos sobre o caso das agressões verbais.

É evidente, que a Direcção da FPF não quer Carlos Queiroz, mas também não tem condições para pagar as indemnizações previstas. Daí estar a tentar uma solução jurídica que não parece fácil, considerando a posição de CQ que não quer ceder e já deixou recados, como aquela de apresentar o caso à FIFA.

No meio disto tudo, gostava de perceber a posição de Gilberto Madaíl nesta altura, já que foi ele o principal responsável pela aceitação das condições previstas no contrato celebrado entre as partes.

Perante este quadro, parece difícil haver condições de trabalho para CQ, que a ter apoios se resumem a Madaíl.

Por outro lado, Carlos Queiroz é daquelas pessoas que gosta do som das palavras, mas não percebe as consequências do seu significado. Isto, considerando as declarações sempre deslocadas que tem repetido.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

CARLOS QUEIROZ INTOCÁVEL. PORQUÊ?

Logo após a eliminação de Portugal do Mundial 2010, ouvi num programa televisivo, o “amigo” Rui Santos, e fora do contexto de responsabilidade, falar que o seleccionador devia ter melhor companhia dos adjuntos. Inácio, no tal programa, até contou a história dos adjuntos falantes ou interventivos, como ele.
.
Depois aparece a tal entrevista ao Jornal Sol, em que CQ diz que não disse, mas que depois reconhece que pode ter “escorregado” na questão do “amadorismo”, esquecendo a questão “que depois das férias decidiria a manutenção da equipa técnica”.
.
Agora o comunicado da FPF, depois de 5 horas de reunião, vem focar a necessidade de reestruturação da equipa técnica, como única medida correctiva do balanço técnico da campanha.

Isto levanta uma série de questões. Quem escolheu a equipa técnica? Quem impôs as condições para a constituição da equipa técnica? Quem é, exclusivamente, responsável pela elaboração e constituição de planos de trabalho e das equipas de trabalho?

Como escrevi em post anterior: “Para Queiroz tudo se move em sentido contrário, menos ele. Se há problemas administrativos mudem-se os administradores. Se há incapacidade do seleccionador mudem-se os adjuntos, a estrutura, a bola, os tratadores da relva e os jogadores”.

Mas CQ não é culpado por organizar os seus “lobbys”, no fundo aproveita-se das “condições condicionadas”. O problema é de quem confia nele e de quem parece “obrigado” a confiar nele. O Presidente da FPF diz que não tem de dar explicações, porque são situações de foro interno. Bem, explicações terá que dar. Pelo menos aos seus associados, a menos que estes aceitem o percurso de Madaíl e parece que aceitam.

Pior ainda são os silêncios. Principalmente daqueles que não têm coragem de fazer como António Boronha em 2002, para não acabarem como ele. Como a ostra.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

VALE A PENA INVESTIR EM 2018?

A candidatura de Madrid aos Jogos Olímpicos de 2016 custou 37,8 milhões de euros, 16,8 dos quais foram assegurados por fundos públicos. O restante coube a entidades privadas.
In Público

Como já tenho referido, a candidatura Ibérica ao Mundial 2018 tem obrigação de assegurar qualificação para a fase final desta disputa, antes de formalizar uma candidatura que pode vir a custar milhões para nada. Investir para ficar “fora do jogo”?

domingo, 29 de março de 2009

DILEMA

Gilberto Madaíl recuperou Carlos Queiroz, não teve alternativa para não insistir em Carlos Queiroz, agora tem motivos para despedir Carlos Queiroz? Gilberto Madaíl não tem alternativa para fazer coisa nenhuma, a não ser esperar que as coisas aconteçam. Está entre a espada e a parede. Como a parede não conversa, vai ter de conversar com quem tem a espada.

Uma coisa é certa, começar a preparar o Euro 2012.

sexta-feira, 13 de março de 2009

ARRISCAR CANDIDATURA OU...

"Devo manter-me neutro, mas posso dizer que a Inglaterra é um candidato muito bom para o Mundial-2018. Temos 11 dossiers para 2018 e 2022, mas considero a Inglaterra um candidato bastante sólido".
Joseph Blatter

Na casa de um dos candidatos, Inglaterra, onde assistiu ao Manchester-Inter, o presidente da FIFA voltou a mostrar-se reticente quanto a organizações conjuntas. "Para o Mundial-2002 (Coreia do Sul/Japão), tivemos que dividir por razões políticas, mas não foi um Mundial em dois países. Foram dois Mundiais, com o dobro das despesas e as mesmas receitas". São estas as razões que Blatter defende para “torcer o nariz” a candidaturas conjuntas, como a Ibérica.

Tecnicamente, Blatter indica uma solução: "Se um dos dois desejar ser candidato único, poderá fazê-lo". Coisa que as federações lusa e espanhola já acordaram com a formação de um comité único de candidatura, sedeado em Madrid e com paridade de membros dos dois países. Faltando nomear o presidente.

Uma coisa é certa, este impasse deve ser definido quanto antes, por forma a evitar os custos elevados, só com os processos de candidatura. Madaíl deve ponderar seriamente se vale a pena continuar com este projecto, considerando a possibilidade de estar excluído antes de começar o “jogo”.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O PROJECTO QUEIROZ?

O que se passa em 2009 é que o presidente me convidou para ser o treinador da Selecção A e qualificar a equipa para o Mundial. Pediu-me também que dentro das minhas funções coordenasse a orientação dos treinadores que trabalham no futebol de onze masculino. Ponto final. Em 2009 tenho a visão clara de que a minha função é a de preparar a Selecção A para as competições e somar pontos e que só me pronuncio e me debruço sobre as matérias que interferem a curto ou a médio prazo com o rendimento dessa equipa. Se me perguntarem.” (…) “Tanto perguntaram que uma das medidas que estimulei foi a da alteração dos campeonatos nacionais de juniores e juvenis. Uma coisa que estava pendurada há uma data de anos na direcção, depois de se ouvirem as associações e os clubes, resolveu-se em 30 minutos, com a intervenção do presidente. Se alguém me perguntar a opinião sobre desenvolvimento, quadros competitivos etc., tem que pagar. É a minha filosofia, no sentido de fazer perceber que não quero ter nada que ver com isso. Agora é evidente que eu tenho de compreender algumas dinâmicas que estão a afectar as selecções nacionais. “
Carlos Queiroz in O JOGO

Agora ficamos todos a saber que não existe “Projecto Queiroz”. O tal projecto de requalificação ou remodelação das estruturas do futebol de Selecção: Das camadas jovens aos A. O tal projecto que sustentou a nomeação de Carlos Queiroz como seleccionador para corrigir o trabalho “não desenvolvido” por Scolari. Se quiserem esse trabalho têm de pagar. Gilberto Madaíl foi enganado ou enganou.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

MADAIL NO PORTO...CANAL

Gilberto Madaíl, no Porto Canal, conforme o vento e o momento. Adaptável. Mas se calhar verdadeiro, mesmo que traiçoeiro. Pelas costas dos outros...

Sobre Vítor Baía: “Não sei porque nunca foi convocado. Perguntava muitas vezes a Scolari, mas ele dizia serem critérios. A federação nunca dirá quem são os jogadores que podem ou não ser convocados. Scolari convocou sempre quem quis. Tenho pena.”

Ficamos a saber que Madaíl não se intromete nas convocatórias, mas pergunta. E muitas vezes. Teve azar com a “encomenda” que contratou.

Convocava jogadores que até nem estavam a jogar

Os critérios, meu caro. Há treinadores assim. Não dá para manipular e ainda por cima, ganhava.

Esperava mais da participação no Euro-2008”. O anúncio do Chelsea da contratação de Solari, “foi prejudicial”. “O Chelsea tinha determinado o timing e não conseguimos alterá-lo.”

É sempre bom saber que estava tudo tratado e que não houve esforço para antecipar a resolução. Tirando isso, concordo plenamente: O anúncio da saída de Scolari derrotou a campanha. E Madaíl sabia antes o que todos soubemos depois.

Se não houve passagem de testemunho deveria ter havido. Se não houve uma conversa não foi a forma mais correcta de proceder.”

Passagem do testemunho? Só pode ser brincadeira. Carlos Queiroz, o maior crítico de Scolari e o mais inconveniente queria conversar sobre o quê? Gostava era de ouvir as palavras de Madaíl quando Queiroz patrocinava a campanha contra Scolari.

Aguardo, impaciente, pela resposta de Scolari.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

AS ESCOLHAS DE MADAÍL

Foto: AP
Gilberto Madaíl, naturalmente aconselhado, e se calhar bem, a determinada altura concluiu que não devia “forçar” mais um contrato com Scolari. Razões: algumas. O desgaste, os interesses de Scolari, a má imprensa, um ciclo com prazo de validade a expirar. Madaíl, tinha de tomar a decisão, talvez ingrata, de não renovar. Então deixou correr. Sabia também duas coisas: tinha de deixar cair Scolari e tinha de apostar na continuidade. Leia-se contratar um técnico estrangeiro, suficientemente distanciado das envolvências do futebol português, para se evidenciar independente. Mas, alguém lhe deve ter passado a mensagem milagrosa: Carlos Queiroz. Boa. Isto significava boa imprensa, o apoio dos jogadores, um novo ciclo com garantias e, mais do que tudo, com a responsabilidade e a capacidade de reestruturar o futebol de formação. Quem se oporia a tal escolha? Mais uma jogada de mestre. Escolha pessoal, decisão pessoal com o aval da Direcção.

Acontece que, após um desastroso início de campanha, Madaíl tem uma dor de barriga tal que o “obriga” a abandonar o jogo a 8 minutos do fim, deixando a sua escolha e decisão pessoal abandonado no campo das desilusões. Tão abandonado que até se perdeu nos labirintos do Estádio Axa que nem conseguiu cumprir com os compromissos do flash-interview.

Pois é, como disse num post anterior, Scolari era a cara de tudo, até de Madaíl.