terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A TACINHA DE HERMÍNIO

Ninguém poderá colocar em causa as virtudes da instituição da Taça da Liga e o empenho de Hermínio Loureiro no sucesso da competição. No entanto, nada representa melhor um fracasso, uma encomenda de patrocinadores, uma sucessão de mutações e uma organização efectuada “em cima do joelho”.

São princípios adulterados por constantes manipulações e a dependência declarada e descarada de patrocinadores e a ambição desmesurada de implementar uma competição de sucesso.

Taça da Liga em que as equipas valorizam apenas a questão financeira e se disponibilizam apenas, quando nada mais têm a ganhar. Uma competição que não incentiva para coisa nenhuma. Uma competição em que os árbitros nem sequer são avaliados (ainda bem para eles que demonstraram que com ou sem avaliação é o mesmo). Uma competição em que se joga com nevoeiro ou sem ele desde que se cumpra calendário. Uma competição sem assistências mas que dá na televisão.

Uma competição que tem regulamentos descuidados (Pág.55 - Art.º 7.º), que os clubes não se dão ao trabalho de ler, nem os gabinetes jurídicos, nem a comunicação social, nem os adeptos ocupados com a febre da arbitragem.

Pois O blogger António Boronha leu e colocou tudo isto do avesso. Colocou a comunicação social a pensar e a Liga a transpirar.

Depois saiu a desculpa.

1 comentário:

cajo_vcambra disse...

É verdade. E estive a analisar o regulamento e cheguei à conclusão que são mais as ambiguidades que as certezas, basta ver o 3º critério de desempate: "Média etária mais baixa dos jogadores utilizados durante a respectiva fase.".
Jogadores utilizados? Se ficar no banco conta como jogador utilizado?
E se o jogo for interrompido e continuado noutro dia, qual vai ser a idade usada, a da 1ª parte do jogo ou da continuação (porque, entretanto, alguém pode ter cumprido mais um aniversário)?