quarta-feira, 13 de agosto de 2008

CONSELHO DE JUSTIÇA

O Conselho de Justiça da FPF, sem o seu presidente, reuniu-se pela primeira vez desde o dia “4 de Julho”, o tal. Esta reunião serviu para resolver casos ainda pendentes. Em causa, entre outros, estavam os processos de Gondomar e Vizela, relativos a manipulação de resultados. Sobre esta caso o CJ decidiu enviar para a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes para deliberação. Caso venham a ser condenados, Gondomar e Vizela podem ser despromovidos à II Divisão (terceiro escalão nacional), abrindo caminho para o regresso à Liga Vitalis de Fátima e Penafiel, os dois clubes que desceram na última temporada à II Divisão.
Por outro lado, os vogais Francisco Silva, Álvaro Batista, Eduardo Pereira, José Reis e João Abreu acompanharam o vice Elísio Amorim (que substituiu o Presidente) na tomada de posições e comunicaram: «Por unanimidade, os membros do Conselho de Justiça decidiram pedir ao presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol a convocação urgente de novas eleições».

Será que o “4 de Julho” motivou novos procedimentos, será que o “Parecer Freitas do Amaral” moralizou o Estado do Futebol ou será que se trata apenas de mudar os actores e manter os cenários? Para mim, os “jogos de bastidores” já começaram e sem cerimónia de abertura.

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